A ETERNA NOSTALGIA DAS MÃES

Laura completa 2 anos semana que vem e, em meio aos preparativos para festa bate aquela saudade do meu bebê! Mães são nostálgicas por natureza! Minha mãe sempre fala da saudade que sente de quando eu e meu irmão éramos pequenos. Mas, vez ou outra comenta da falta que sente de quando éramos adolescentes e olha que meu irmão ainda é. Ou seja, mãe sente saudade sempre! E sente saudade sempre porque por mais que passemos tempo com nossos filhos é pouco!
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Abuso contra a gestante no trabalho é grave. Precisa ser denunciado.

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Um dos momentos mais planejados e esperados na vida da mulher é a gravidez. Ela é preparada para isso desde pequena, com bonecas e conceitos, além do instinto maternal que é uma força natural inexplicável. O período gestacional é muito delicado. A futura mamãe passa por transformações físicas e emocionais de grande complexidade. Muitos não entendem a importância dos cuidados nesta fase. Existem consequências e sequelas graves, que podem decorrer de problemas causados durante a gravidez, tanto para a mãe quanto para o bebê. A história que vamos compartilhar aconteceu no ano de 2013 com uma amiga que prefere não se identificar, pois ainda sofre as consequências psicológicas do processo.

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Depressão pós-parto

Minha gravidez foi super planejada. Depois de cinco anos de um casamento feliz e abençoado, de já ter terminado minha faculdade, eu e meu esposo decidimos que era hora de engravidarmos. Fiz exames antes da concepção pra verificar minha saúde, cuidei da alimentação, fiz um excelente pré-natal, curti a barriga, preparei o quarto…cuidei de cada detalhe com muito amor e carinho! Estava muito grata a Deus por está dádiva maravilhosa e pelo milagre que crescia dentro de mim. Mas, quando a Laura nasceu fui invadida por uma série de pensamentos e sentimentos que não faziam o menor sentido!

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Ficar em casa ou trabalhar fora?!

Trabalho desde os meus 13 anos. Fiz festa pra fora, dei aula particular, vendi salgado com minha mãe, estagiei etc. Tinha uma vida normal para qualquer mulher do nosso século e que nasceu nos anos 80, onde a ideia de que o trabalhar fora de casa é a única opção saudável de vida para uma mulher. Na minha cabeça nem cogitava a hipótese de ficar em casa lavando, passando, cozinhando e cuidando de criança. Como muitas amigas por aí eu dizia: Ficar em casa?! Nem pensar. Vou voltar a trabalhar assim que Laura completar 6 meses! Quanto engano! Quanta inexperiência!

Assim que tive a Laura decidi com Jotha que não poderia deixa-la tão cedo! Eu não queria que outra pessoa visse suas gracinhas e suas experiências primeiro. Não queria que outra pessoa a educasse, ensinando o certo e o errado. Não queria perder a oportunidade de cuidar da sua alimentação, da sua higiene, do seu aprendizado. Tudo mudou! Minha prioridade agora era ela. Inevitavelmente! Não foi uma decisão. Foi um grito dentro da minha consciência e coração.

E não me arrependo em nenhum um momento dessa decisão de largar tudo e me tornar mãe-dona de casa. Claro que em algum momento de estresse e TPM você se pergunta: Cara! O que foi que eu fiz?! Mas, no primeiro sorriso, ao observar o seu filho entendendo e aprendendo tudo o que você ensina, o sentimento de satisfação volta com força total.

Sou grata ao meu esposo que é um homem sensível a nossa vida familiar ao ponto de assumir as responsabilidades financeiras, tendo que aumentar sua carga horaria de trabalho, para suprir nosso lar. E ainda mais grata a Deus que tem dado forças e trabalho para ele.

Tenho muitas amigas que decidiram largar suas vidas profissionais por um tempo determinado para doar toda a sua energia, atenção, amor, carinho e dedicação a seus filhotes e são tão gratas como eu porque conhecemos tantas outras que adorariam ficar com os seus mais não podem. Por muitos motivos! O marido não entende; são mães solteiras; são as que sustem o lar, são o braço direito do marido financeiramente e a casa não resistiria sem sua renda…e algumas que simplesmente não conseguiram abdicar porque não conseguem parar de trabalhar fora. Mas, até essas, no fundo, no fundo, desejam ter mais tempo com seus filhos. Desejam poder sair um dia de tarde e levá-los ao cinema, a pracinha, a praia ou simplesmente deitar ao seu lado no soninho da tarde e ficar sentindo seu cheirinho. Todas nós, no final das contas gostaríamos de sermos as primeiras a vê-los engatinha, andar; falar; dançar; jogar beijo…É de suma importância não julgar. A decisão de ficar em casa com os filhos ou trabalhar fora é única e exclusiva dos pais. Cada família procura realizar o que é melhor para si. Cabe a gente, que é mãe e pai entender e se colocar no lugar do outro.

Infelizmente o mundo moderno, cheio de problemas financeiros nos empurraram para uma fila estreita e sem saídas pela lateral. O negócio é seguir em frete ou voltar na contramão. Algumas podem e decidem voltar. Outras são empurradas a seguir em frente. O importante é, seguindo em frente ou voltando, amarmos, estarmos presente, educá-los e sermos responsáveis com nossos filhos. É isso que Deus vai nos cobrar, é isso que eles vão nos cobrar, é isso que a sociedade vai nos cobrar…é isso que devemos nos cobrar. Dá culpa de não poder ficar em casa com eles ou de ter abandonando, mesmo que temporariamente, nossa vida profissional, dessa culpa devemos nos livrar. Porque ninguém consegue ser bom em nada sentindo culpa!

Por: Roberta Kaiber

 

ALIMENTACAO SAUDÁVEL PARA UMA VIDA SAUDÁVEL!

O cuidado e a preocupação com a alimentação de nossos filhos deve começar bem cedo. No cuidado com a alimentação da lactante que amamenta. Muito líquido para muito leite que deve ser oferecido em livre demanda e deve ser prioritário até os seis meses. Sempre tomei esse cuidado com a Laura. A papinha de fruta tinha duas frutas, mais tarde acrescentei iogurte natural. A papinha salgada era feita todo dia e tinha sempre três legumes, verdura, proteína e carboidrato. Na verdade, Laura hoje tem 1 ano e 11 meses e ainda sigo essas regras, só que agora é tudo inteirinho ou picado. As papinhas de fruta, os sucos, a papinha salgada. Tudo deve ser bem colorido e variado. O bebê deve ser apresentado a todos os sabores e gradualmente as texturas. Isso vai facilitar sua adaptação com os novos alimentos. A alimentação é fundamental para um bom crescimento e desenvolvimento sem falar no combate e controle de doenças como obesidade infantil ou baixo peso, diabetes e pressão alta. Segundo uma pesquisa apresentada pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Ideli Salvatti, em março deste ano, somente 1,9% das pessoas com menos de cinco anos apresentam baixo peso. Na mesma faixa etária, 7,3% das crianças têm excesso de peso. Porém, não é tão fácil assim cuidar da comida dos pequenos. Dá trabalho! Mas, vale a pena. Afinal, queremos o melhor para eles não é?! Pensando nisso, vamos compartilhar dicas de alimentação saudável e receitas para o dia a dia.

Pra começar, uma receita de gelatina saudável. Sim! Porque aquela de caixinha que você compra no supermercado só tem açúcar e corante. Salvo uma marca especifica…rs

Gelatina Saudável

Ingredientes:

1 envelope de gelatina incolor

Polpa de 1 maracujá grande

1 pedaço médio de beterraba

2 colheres de açúcar mascavo ou demerara

Preparo

Bata a polpa do maracujá coma a beterraba no liquidificador. Coe e volte com o suco para o copo. Dissolva totalmente a gelatina conforme instruções do fabricante. Misture a gelatina dissolvida ao suco, acrescente açúcar e bata bem. Coloque em formas e leve para geladeira.

 

Pronto! Saudável e muito mais gostosa que a outra.

Você pode e deve variar os ingredientes Aí vão algumas sugestões:

* Acerola com cenoura

* Limão com couve

* Melancia com limão

* Abacaxi com hortelã e gengibre

* Manga com laranja

* Pêssego com laranja

Dica de ouro: Se seu filho for ruim para tomar remédios você pode misturá-lo a

gelatina!

Por Roberta Kaiber

MATERNIDADE COLORIDA SIM!

Como definir maternidade é difícil! Já parou pra pensar?! A gente sabe o que uma mãe vive e sente, mas é tão difícil explicar esse sentimento com palavras! Ah! É por isso! Maternidade é sentimento puro! Na verdade um conjunto de sentimentos! Por isso, é tão difícil explicar. A mãe lida com sentimentos o tempo todo. Desde o positivo do exame. Ali começa a mistura: carinho, expectativa, medo, euforia, calma, êxtase…tudo junto e misturado. Se comparado as cores, a mente e o coração de uma mãe seria um passeio pelo arco-íris. Em um momento estamos na calmaria do azul, em outro na alegria do laranja, em outro no medo do preto, na paz do branco… Até hoje me pergunto como pude passar tanto tempo sem a Laura. Não me imagino sem ela desde aquele instante em que colocaram ela sobre mim e olhei seu rosto. Ali eu renascia! Os filhos são o melhor de todos os presentes que recebemos. É bem mais do que pedimos ou imaginamos. Como é bom ser mãe não é?! A maternidade nos ensina todo dia. A gente pensa que vai apenas ensinar, mas no final de cada dia percebemos que aprendemos mais do que ensinamos. A Maternidade é colorida sim! Cheia de vida! Cheia de surpresas! A Maternidade é com certeza vida! E apesar do cansaço, do trabalho árduo, como vale a pena viver essa vida! Como somos gratas a Deus por nos permitir viver tudo isso, todos esses sentimentos. Sem dúvida, a maternidade é a melhor vida para se viver nessa vida!

Por: Roberta Kaiber

Para nós a maternidade é colorida e para você?
Eu e Roberta topamos o desafio mamanhês. Será muito importante para nós se você topar também.

Funciona assim: Você tira uma foto do desafio e posta no Instagram com a hashtag #instadesafiomamanhês
O primeiro desafio é:  Traduza, através de uma foto, o que é maternidade pra você.instadesafiomamanhês