E agora?! Meu filho é um adolescente!

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A adolescência é uma fase muito difícil, tanto para os pais, como para o próprio adolescente.

É uma fase onde a menina (o) está no meio do caminho entre ser criança e um adulto. O fato é que eles não são nem uma coisa, nem outra. Muitas vezes se acham “o adulto”, e pensam que estão prontos para resolver qualquer situação, mas quando se veem em situações de perigo, correm para o colo dos pais com um pedido de socorro estampado no rosto!

Se ofendem quando são chamados de crianças. Algumas situações os deixam irritados, odeiam certas perguntas óbvias e também recomendações que eles acham desnecessário, já que pensam saber de tudo e que nada irá acontecer. Alguns já sabem o que querem ou se não sabem, irão descobrir.

Infelizmente querendo ou não eles cresceram, e deixaram de ser as nossas menininhas (os). Temos que entender queridos pais que eles são pessoas individuais que tem sentimentos, desejos, sonhos … Nossa vontade é de superproteger, já que passamos por quase tudo o que eles estão passando, e nisso queremos evitar que eles sofram desilusões e frustrações. Mas, não podemos viver a vida por eles e não podemos interferir nos sonhos deles!  Eles têm todo o direto de viver suas histórias, com frustrações, desilusões e perdas. Isso faz parte do crescimento!

O nosso papel como pais e educadores que somos é exatamente isso: educar, orientar e mostra pontos positivos e negativos de certa situações. Devemos sim apoia-los e mostrar certos pontos de vista, contar nossas experiências, até mesmo para eles poderem comparar e se prepararem caso algo der errado. Mas, não decidir por eles.

Tenho uma sobrinha de 18 anos que há pouco tempo viajou para o EUA. Sozinha! Fiquei desesperada e quase pulei no pescoço de minha irmã, perguntando “Por que ela deixou?!” Depois em casa fiquei refletindo, me colocando no lugar dela e percebi que minha irmã não teve opção. Minha sobrinha sendo maior de idade não havia muito a se fazer, apenas fechei os olhos e orei, e tenho orado ainda muito por ela. Também tenho uma filha de 18 anos e de uns tempos para cá não estávamos no entendendo muito bem. Passei períodos negros! Foram fazes terríveis em que o convívio estava ficando impossível!

A minha princesa se rebelou, saiu do castelo! Mas, descobri que meu castelo era de areia e que minha princesa não era tão princesa assim. Não que ela fosse ruim. Muito pelo contrário! Ela é uma boa menina, personalidade forte e sabe o que quer. Criei ela na igreja e junto com a educação que eu e o pai dela demos, foi criando valores que ela carrega até hoje. Como falei acima, é uma pessoa individual. Tem planos, desejos e sonhos que muitas vezes não eram os mesmo que sonhei para ela. Entendi que ela como ser humano é passível de erros e acertos e que devo ama-la incondicionalmente.

Lembro de uma frase que uma pessoa muito amiga me falava sempre: – Com filho não se rompe nunca! Família é família! Agora quando brigamos não perco meu tempo impondo a ela minhas ideias, espero sempre ela perguntar. Também evito discussões e não cedo as provocações. Tenho que lembrar sempre que eu é que sou a adulta na situação e tenho que ser madura o suficiente. Também não a deixo falar o que quer! Exijo respeito por parte dela e imponho isso.

Mas o principal de tudo: Oro sempre sem parar!

No meu caso eu tenho um aliado muito poderoso! Nosso Deus criador! Ele me deu forças e me fez entender que não posso querer que ela faça o tempo todo o que eu quero. Me fez entender que antes de tudo tem que haver amor. Tenho que amá-la, porque Deus nos amou primeiro. Ele não vira as costas para nós nos nossos primeiros erros.

 E é assim que vamos caminhando, tentando acertar aqui e ali, tentando sempre manter o diálogo civilizado e principalmente um relacionamento com base no amor de Cristo que é o único que pode nos ajudar sempre.

 

Por: Irani Gabrig

 

Muito prazer!

eu

Já que o assunto aqui do blog são as maiores riquezas de nossas vidas: nossos filhos, acho melhor me apresentar. É sempre bom saber com quem estamos lidando quando falamos sobre nossa família né?!…rsrs

Me chamo Roberta Kaiber, sou cristã, mãe da princesa linda Laura, casada, jornalista especializando-se em educação cristã infantil e educação infantil. Sou apaixonada por crianças e pelo universo materno.

eu e jotha

Laura foi muito sonhada e veio para abençoar um casamento de 6 anos. Só trouxe bençãos e alegrias para nosso lar. E com ela descubro uma nova vida todos os dias. Me reinvento e me renovo percebendo que desde o positivo do meu teste de gravidez nunca mais minha vida será sem cor…rs

eu, jotha e Laura

Eu e Cíntia Philadelpho, também idealizadora e escritora desse blog, somos amigas de infância e, sem combinar, engravidamos na mesma época. Trocamos ideias e experiências desde a gravidez e a cada desenvolvimento de nossas filhas, daí, surgiu a ideia e a necessidade de criar esse espaço para compartilhar com outras amigas e mamães queridas como você as agruras e delicias da maternidade.

eu, cintia, Laura e Analice

Esse espaço é como uma segunda casa para nós e te convidamos para nos visitar e quem sabe fazer morada conosco!

Um abraço e um beijinho no coração!

Oba! Laura fez 2 anos!!!

Minha princesa Laura fez 2 anos no último dia 05 de setembro e comemoramos ao estilo Minnie Mouse.

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Sou apaixonada por festa! Sempre contei os dias para datas comemorativas e aniversários! E também sempre gostei de “pôr a mão na massa”, de confeccionar as lembranças, de organizar e montar a decoração. Depois que tive minha filha nem preciso falar que a paixão só cresceu e o leque de oportunidades de festejar só aumentou…rsrs.

Bom, a situação financeira de todas as famílias brasileiras hoje não vive em um momento muito favorável para gastos, mas também não podemos deixar de viver o que é bom e celebrar e festejar a vida. Como fazer então?!

A ideia é fazer, você mesma, a decoração, as lembranças e se possível a comida da festa. Claro! Dá mais trabalho. Porém, é bem mais barato. Peça a ajuda dos familiares! Para comemorar os dois anos da Laura eu dei o material e uma tia e uma amiga enrolaram os docinhos, minha mãe fez a sopa de ervilha, o cachorro quente, montou as mini pizzas…assamos as batatas “fritas” e assim tudo fluiu.

A festa ficou linda (sei que sou suspeita pra falar, mas você vai ver as fotos e me dizer se tenho ou não razão), a minha filha se divertiu à bessa e os amiguinhos também! E eu pude me alegrar por mais um ano de vida da minha filha com familiares e amigos queridos! Não perdemos a oportunidade por falta de dinheiro. quando queremos driblamos as dificuldades e vivemos os momentos bons da vida!

Laura até hoje acorda batendo parabéns! Isso compensa tudo!

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Vamos ter dicas aqui para você também poder fazer suas festas com estilo, bom gosto e o melhor de tudo, pouco gasto. Ah! E ideias maravilhosas também! Fica de olho aqui!

 

A ETERNA NOSTALGIA DAS MÃES

Laura completa 2 anos semana que vem e, em meio aos preparativos para festa bate aquela saudade do meu bebê! Mães são nostálgicas por natureza! Minha mãe sempre fala da saudade que sente de quando eu e meu irmão éramos pequenos. Mas, vez ou outra comenta da falta que sente de quando éramos adolescentes e olha que meu irmão ainda é. Ou seja, mãe sente saudade sempre! E sente saudade sempre porque por mais que passemos tempo com nossos filhos é pouco!
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Abuso contra a gestante no trabalho é grave. Precisa ser denunciado.

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Um dos momentos mais planejados e esperados na vida da mulher é a gravidez. Ela é preparada para isso desde pequena, com bonecas e conceitos, além do instinto maternal que é uma força natural inexplicável. O período gestacional é muito delicado. A futura mamãe passa por transformações físicas e emocionais de grande complexidade. Muitos não entendem a importância dos cuidados nesta fase. Existem consequências e sequelas graves, que podem decorrer de problemas causados durante a gravidez, tanto para a mãe quanto para o bebê. A história que vamos compartilhar aconteceu no ano de 2013 com uma amiga que prefere não se identificar, pois ainda sofre as consequências psicológicas do processo.

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Depressão pós-parto

Minha gravidez foi super planejada. Depois de cinco anos de um casamento feliz e abençoado, de já ter terminado minha faculdade, eu e meu esposo decidimos que era hora de engravidarmos. Fiz exames antes da concepção pra verificar minha saúde, cuidei da alimentação, fiz um excelente pré-natal, curti a barriga, preparei o quarto…cuidei de cada detalhe com muito amor e carinho! Estava muito grata a Deus por está dádiva maravilhosa e pelo milagre que crescia dentro de mim. Mas, quando a Laura nasceu fui invadida por uma série de pensamentos e sentimentos que não faziam o menor sentido!

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Ficar em casa ou trabalhar fora?!

Trabalho desde os meus 13 anos. Fiz festa pra fora, dei aula particular, vendi salgado com minha mãe, estagiei etc. Tinha uma vida normal para qualquer mulher do nosso século e que nasceu nos anos 80, onde a ideia de que o trabalhar fora de casa é a única opção saudável de vida para uma mulher. Na minha cabeça nem cogitava a hipótese de ficar em casa lavando, passando, cozinhando e cuidando de criança. Como muitas amigas por aí eu dizia: Ficar em casa?! Nem pensar. Vou voltar a trabalhar assim que Laura completar 6 meses! Quanto engano! Quanta inexperiência!

Assim que tive a Laura decidi com Jotha que não poderia deixa-la tão cedo! Eu não queria que outra pessoa visse suas gracinhas e suas experiências primeiro. Não queria que outra pessoa a educasse, ensinando o certo e o errado. Não queria perder a oportunidade de cuidar da sua alimentação, da sua higiene, do seu aprendizado. Tudo mudou! Minha prioridade agora era ela. Inevitavelmente! Não foi uma decisão. Foi um grito dentro da minha consciência e coração.

E não me arrependo em nenhum um momento dessa decisão de largar tudo e me tornar mãe-dona de casa. Claro que em algum momento de estresse e TPM você se pergunta: Cara! O que foi que eu fiz?! Mas, no primeiro sorriso, ao observar o seu filho entendendo e aprendendo tudo o que você ensina, o sentimento de satisfação volta com força total.

Sou grata ao meu esposo que é um homem sensível a nossa vida familiar ao ponto de assumir as responsabilidades financeiras, tendo que aumentar sua carga horaria de trabalho, para suprir nosso lar. E ainda mais grata a Deus que tem dado forças e trabalho para ele.

Tenho muitas amigas que decidiram largar suas vidas profissionais por um tempo determinado para doar toda a sua energia, atenção, amor, carinho e dedicação a seus filhotes e são tão gratas como eu porque conhecemos tantas outras que adorariam ficar com os seus mais não podem. Por muitos motivos! O marido não entende; são mães solteiras; são as que sustem o lar, são o braço direito do marido financeiramente e a casa não resistiria sem sua renda…e algumas que simplesmente não conseguiram abdicar porque não conseguem parar de trabalhar fora. Mas, até essas, no fundo, no fundo, desejam ter mais tempo com seus filhos. Desejam poder sair um dia de tarde e levá-los ao cinema, a pracinha, a praia ou simplesmente deitar ao seu lado no soninho da tarde e ficar sentindo seu cheirinho. Todas nós, no final das contas gostaríamos de sermos as primeiras a vê-los engatinha, andar; falar; dançar; jogar beijo…É de suma importância não julgar. A decisão de ficar em casa com os filhos ou trabalhar fora é única e exclusiva dos pais. Cada família procura realizar o que é melhor para si. Cabe a gente, que é mãe e pai entender e se colocar no lugar do outro.

Infelizmente o mundo moderno, cheio de problemas financeiros nos empurraram para uma fila estreita e sem saídas pela lateral. O negócio é seguir em frete ou voltar na contramão. Algumas podem e decidem voltar. Outras são empurradas a seguir em frente. O importante é, seguindo em frente ou voltando, amarmos, estarmos presente, educá-los e sermos responsáveis com nossos filhos. É isso que Deus vai nos cobrar, é isso que eles vão nos cobrar, é isso que a sociedade vai nos cobrar…é isso que devemos nos cobrar. Dá culpa de não poder ficar em casa com eles ou de ter abandonando, mesmo que temporariamente, nossa vida profissional, dessa culpa devemos nos livrar. Porque ninguém consegue ser bom em nada sentindo culpa!

Por: Roberta Kaiber

 

ALIMENTACAO SAUDÁVEL PARA UMA VIDA SAUDÁVEL!

O cuidado e a preocupação com a alimentação de nossos filhos deve começar bem cedo. No cuidado com a alimentação da lactante que amamenta. Muito líquido para muito leite que deve ser oferecido em livre demanda e deve ser prioritário até os seis meses. Sempre tomei esse cuidado com a Laura. A papinha de fruta tinha duas frutas, mais tarde acrescentei iogurte natural. A papinha salgada era feita todo dia e tinha sempre três legumes, verdura, proteína e carboidrato. Na verdade, Laura hoje tem 1 ano e 11 meses e ainda sigo essas regras, só que agora é tudo inteirinho ou picado. As papinhas de fruta, os sucos, a papinha salgada. Tudo deve ser bem colorido e variado. O bebê deve ser apresentado a todos os sabores e gradualmente as texturas. Isso vai facilitar sua adaptação com os novos alimentos. A alimentação é fundamental para um bom crescimento e desenvolvimento sem falar no combate e controle de doenças como obesidade infantil ou baixo peso, diabetes e pressão alta. Segundo uma pesquisa apresentada pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Ideli Salvatti, em março deste ano, somente 1,9% das pessoas com menos de cinco anos apresentam baixo peso. Na mesma faixa etária, 7,3% das crianças têm excesso de peso. Porém, não é tão fácil assim cuidar da comida dos pequenos. Dá trabalho! Mas, vale a pena. Afinal, queremos o melhor para eles não é?! Pensando nisso, vamos compartilhar dicas de alimentação saudável e receitas para o dia a dia.

Pra começar, uma receita de gelatina saudável. Sim! Porque aquela de caixinha que você compra no supermercado só tem açúcar e corante. Salvo uma marca especifica…rs

Gelatina Saudável

Ingredientes:

1 envelope de gelatina incolor

Polpa de 1 maracujá grande

1 pedaço médio de beterraba

2 colheres de açúcar mascavo ou demerara

Preparo

Bata a polpa do maracujá coma a beterraba no liquidificador. Coe e volte com o suco para o copo. Dissolva totalmente a gelatina conforme instruções do fabricante. Misture a gelatina dissolvida ao suco, acrescente açúcar e bata bem. Coloque em formas e leve para geladeira.

 

Pronto! Saudável e muito mais gostosa que a outra.

Você pode e deve variar os ingredientes Aí vão algumas sugestões:

* Acerola com cenoura

* Limão com couve

* Melancia com limão

* Abacaxi com hortelã e gengibre

* Manga com laranja

* Pêssego com laranja

Dica de ouro: Se seu filho for ruim para tomar remédios você pode misturá-lo a

gelatina!

Por Roberta Kaiber